debilidade. (via anrcc)
(Source: eunemteamo, via anrcc)
Tati Bernardi (via tatianebernardicitou)
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Tati Bernardi (via freakticia)
(Source: segredosdeumpoeta, via freakticia)
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(Source: emmyc, via larislikes)
Voei… eu e minha loucura e minha vontade de vomitar tanto até secar por dentro. Eu e o meu medo de me magoar de novo com todo mundo e precisar de novo odiar tanto e me proteger tanto que fico demasiadamente má e me sinto má e começo a fazer maldades comigo. Eu prefiro esse peito todo errado do que outro peito. Eu gritava. Eu prefiro mil vezes me assumir do que assumir o mundo mil vezes errado. Eu gritei. E então, tudo continuava ali, prestes a dar muito errado, a falir, a cair no chão e fazer meu próprio buraco. Tudo estava ali. Todo o meu potencial gigantesco pra fazer da minha vida um inferno imenso. E eu assumi meu peso, eu assumi meu medos, eu assumi toda a merda. E assim, voei ainda mais alto, como se flutuasse. Eu peguei pra mim tudo o que soltava por aí e, surpreendentemente, fiquei mais leve. Se dava pra ir de pesadelo pra sonho deitada, imagina o que eu não poderia fazer da minha vida a hora que ficasse em pé. (Tati Bernardi)
(Source: kauanamine)
“O amor é uma doença. Eu sinto náuseas, febres, dores. Eu acordo assustada no meio da noite, e choro à toa.”
Um certo amor.
Não sei por que ainda insisto em fazer textos enormes pra você e salvar aqui, eu sei que você jamais lera isso,...